quarta-feira, 18 de abril de 2012

Thomas Hobbes e John Lock


Hobbes e o pensamento político.

Hobbes quis fundar a sua filosofia política sobre uma construção racional da sociedade, que permitisse explicar o poder absoluto dos soberanos. Mas as suas teses, publicadas ao longo dos anos, e apresentadas na sua forma definitiva no Leviatã, de 1651, não foram bem aceites, nem por aqueles que, com Jaime I, o primeiro rei Stuart de Inglaterra, defendiam que «o que diz respeito ao mistério do poder real não devia ser debatido», nem pelo clero anglicano, que já em 1606 tinha condenado aqueles que defendiam «que os homens erravam pelas florestas e nos campos até que a experiência lhes ensinou a necessidade do governo.»

A justificação de Hobbes para o poder absoluto é estritamente racional e friamente utilitária, completamente livre de qualquer tipo de religiosidade e sentimentalismo, negando implicitamente a origem divina do poder.

O que Hobbes admite é a existência do pacto social. Esta é a sua originalidade e novidade.

Hobbes não se contentou em rejeitar o direito divino do soberanos, fez tábua rasa de todo o edifício moral e político da Idade Média. A soberania era em Hobbes a projecção no plano político de um individualismo filosófico ligado ao nominalismo, que conferia um valor absoluto à vontade individual. A conclusão das deduções rigorosas do pensador inglês era o gigante Leviatã, dominando sem concorrência a infinidade de indivíduos, de que tinha feito parte inicialmente, e que tinham substituído as suas vontades individuais à dele, para que, pagando o preço da sua dominação, obtivessem uma proteção eficaz. Indivíduos que estavam completamente entregues a si mesmos nas suas actividades normais do dia-a-dia.

Infinidade de indivíduos, porque não se encontra em Hobbes qualquer referência nem à célula famíliar, nem à família alargada, nem tão-pouco aos corpos intermédios existentes entre o estado e o indivíduo, velhos resquícios da Idade Média. Hobbes refere-se a estas corporações no Leviatã, mas para as criticar considerando-as «pequenas repúblicas nos intestinos de uma maior, como vermes nas entranhas de um homem natural». Os conceitos de «densidade social» e de «interioridade» da vida religiosa ou espiritual, as noções de sociabilidade natural do homem, do seu instinto comunitário e solidário, da sua necessidade de participação, são completamente estranhos a Hobbes.


É aqui que Hobbes se aproxima de Maquiavel e do seu empirismo radical, ao partir de um método de pensar rigorosamente dedutivo. A humanidade no estado puro ou natural era uma selva. A humanidade no estado social, constituído por sociedades civis ou políticas distintas, por estados soberanos, não tinha que recear um regresso à selva no relacionamento entre indivíduos, a partir do momento em que os benefícios consentidos do poder absoluto, em princípio ilimitado, permitiam ao homem deixar de ser um lobo para os outros homens. Aperfeiçoando a tese de Maquiavel, Hobbes defende que o poder não é um simples fenómeno de força, mas uma força institucionalizada canalizada para o direito (positivo), - «a razão em acto» de R. Polin - construindo assim a primeira teoria moderna do Estado.

Deste Estado, sua criação, os indivíduos não esperam a felicidade mas a Paz, condição necessária à prossecução da felicidade. Paz que está subordinada a um aumento considerável da autoridade - a do Soberano, a da lei que emana dele.

Mas, mesmo parecendo insaciável, esta invenção humana com o nome de um monstro bíblico, não reclama o homem todo. De facto, em vários aspectos o absolutismo político de Hobbes aparece como uma espécie de liberalismo moral. Hobbes mostra-se favorável ao desenvolvimento, sob a autoridade ameaçadora da lei positiva, das iniciativas individuais guiadas unicamente por um interesse individual bem calculado, e por um instinto racional aquisitivo.

John Locke




Considerado um dos mais importantes pensadores da doutrina liberal, John Locke nasceu em 1632, na cidade de Wrington, Somerset, região sudoeste da Inglaterra. Era filho de um pequeno proprietário de terras que serviu como capitão da cavalaria do Exército Parlamentar. Mesmo tendo origem humilde, seus pais tiveram a preocupação de dar ao jovem Locke uma rica formação educacional que o levou ao ingresso na academia científica da Sociedade Real de Londres.

Antes desse período de estudos na Sociedade Real, Locke já havia feito vários cursos e freqüentado matérias que o colocaram em contato com diversas áreas ligadas às Ciências Humanas. Refletindo a possibilidade de integração dos saberes, o jovem inglês nutriu durante toda a sua vida um árduo interesse por áreas distintas do conhecimento humano. Apesar de todo esse perfil delineado, não podemos sugerir que Locke sempre teve tendências de faceta liberal.

Quando começou a se interessar por assuntos políticos, Locke inicialmente defendeu a necessidade de uma estrutura de governo centralizada que impedisse a desordem no interior da sociedade. Sua visão conservadora e autoritária se estendia também ao campo da religiosidade, no momento em que ele acreditava que o monarca deveria interferir nas opções religiosas de seus súditos. Contudo, seu interesse pelo campo da filosofia modificou paulatinamente suas opiniões.

Um dos pontos fundamentais de seu pensamento político se transformou sensivelmente quando o intelectual passou a questionar a legitimidade do direito divino dos reis. A obra que essencialmente trata desse assunto é intitulada “Dois Tratados sobre o Governo” e foi publicada nos finais do século XVII. Em suas concepções, Locke defendia o estabelecimento de práticas políticas que não fossem contras as leis naturais do mundo.

Além disso, esse proeminente pensador observou muitos de seus interesses no campo político serem tematizados no interior de seu país quando presenciou importantes acontecimentos referentes à Revolução Inglesa. Em sua visão, um poder que não garantisse o direito à propriedade e à proteção da vida não poderia ter meios de legitimar o seu exercício. Ainda sob tal aspecto, afirmou claramente que um governo que não respeitasse esses direitos deveria ser legitimamente deposto pela população.

No que se refere à propriedade, Locke se utiliza de argumentos de ordem teológica para defender a sua própria existência. Segundo ele, o mundo e o homem são frutos do trabalho divino e, por isso, devem ser vistos como sua propriedade. Da mesma forma, toda riqueza que o homem fosse capaz de obter por meio de seu esforço individual deveriam ser, naturalmente, de sua propriedade.

Interessado em refletir sobre o processo de obtenção do conhecimento e a importância da educação para o indivíduo, Locke foi claro defensor do poder transformador das instituições de ensino. De acordo com seus ensaios, o homem nascia sem dominar nenhuma forma de conhecimento e, somente com o passar dos anos, teria a capacidade de acumulá-lo. A partir dessa premissa é que o autor britânico acreditava que as mazelas eram socialmente produzidas e poderiam ser superadas pelo homem.

O reconhecimento do legado de Locke ocorreu quando ele ainda era vivo. Durante a vida, teve a oportunidade de ocupar importantes cargos administrativos e exerceu funções de caráter diplomático. Na Inglaterra, chegou a ocupar o cargo de membro do Parlamento e defendeu o direito dessa instituição indicar os ministros que viessem a compor o Estado. Respeitado por vários outros representantes do pensamento liberal, John Locke faleceu em 1704, na cidade de Oates, Inglaterra.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

36 comentários:

  1. Locke e Hobbes tem posiçoes diferentes sobre o Estado de Natureza e a formação do Contrato Social. Como cada um desses autores trata desses assuntos e onde percebemos suas diferenças?

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  2. John Locke defendia a posição de um governo centralizado, e defendia que o estabelecimento de práticas políticas que não fossem contra a lei do mundo. Defendia ainda que o poder deveria garantir o direito a propriedade e a vida e que se esses direitos não fossem respeitados esses direitos, deveria ser tirado pela própria população. O homem para ele era "Fruto do Trabalho Divino" e, deste modo, tudo que ele conseguisse com seu próprio esforço, deveria ser dele.
    Thomas Hobbes explica o poder absoluto de uma maneira racional. Ele admite o poder social. Para ele, o Estado de Natureza seriam as situações onde o governo não estabelece-se ordem. O poder soberano seria um plano de um individualismo filosófico. As pessoas em seu estado natural é uma selva. Ainda fala que o poder é uma força para o direito positivo, "a razão em ato".

    Aluno: Gabriel Bonotto Piratelo

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  3. Locke dizia que o estado de natureza era onde o homem se encontrava na plena liberdade. Agem com seus próprias vontades, não podendo violar apenas a regra de não matar outro homem, pois assim estaria prejudicando outro individuo. O estado garantia a posse de propriedade.
    Hobbes dizia que no estado de natureza os homens eram apenas inimigos e viviam em constantes guerras, e como em toda guerra o mais forte vence, e assim é criado o estado na intenção de organizar a soberania do mais forte sobre os vencidos. Admitindo assim a racionalidade do poder social.

    Aluno: Gabriel Lobo De Oliveira

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  4. O argumento básico de Hobbes era que, no estado natural, ainda que alguns homens possam ser mais fortes ou mais inteligentes do que outros, nenhum se ergue tão acima dos demais por forma a estar além do medo de que outro homem lhe possa fazer mal. Por isso, nesse estado de natureza, cada um de nós tem direito a tudo.

    Estado para Locke tem uma função muito diferente daquele que é idealizado por Hobbes. Enquanto este verifica no Estado o único ente capaz de coibir a natureza humana e dar coesão ao Estado sob a égide da figura absoluta, o Estado lockeano é apenas o guardião, que apenas centraliza as funções administrativas.

    Aluno: Lucas Ferreira Concato

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  5. Thomas Hobbes legitima o Estado do Absolutismo, ao defender que, em seu Estado de Natureza, o homem é mau, e devido a isso, em um determinado momento, ocorreria uma “guerra de todos contra todos”, gerada principalmente pelo excesso de liberdade e uma consequente disputa pelo poder. É necessária então a transferência dessa liberdade (Contrato Social) para uma terceira pessoa: esse poder requer atitudes rápidas, originadas do arbítrio de alguém “iluminado”, capaz de organizar a sociedade (rei). Segundo Hobbes, esse Estado centralizado, protecionista, com poder hereditário, não deve ser dissolvido, vítima de revoluções, já que a “bagunça” do Estado de Natureza retornaria.

    Já John Locke legitima o Liberalismo, ao afirmar que o Contrato Social deve única e exclusivamente assegurar o direito à propriedade privada. É aí que fica evidente uma das principais diferenças entre os pensadores, pois Locke acreditava que Hobbes estava equivocado nesse sentido. Essas contradições também se manifestam no estudo do Estado de Natureza: para Locke, diferentemente de Hobbes, o homem não é bom nem mau. É através de suas experiências que ele se torna alguém (empirismo). Para o sociólogo, a liberdade do povo deve ser transferida para uma entidade arbitrária escolhida democraticamente, ou seja, o Estado deve ser representativo, democrático, e seus poderes serão divididos em executivo, legislativo e judiciário (regulação dos poderes). Este deve sofrer uma espécie de rotatividade para que não se transforme em tirania. Assim, o governo deve interferir somente na questão da propriedade privada, e não do comércio. Fica evidente então a grande divergência dos pensadores com relação ao Contrato Social e ao Estado de Natureza.

    Aluna: Daniely Fernanda Nietto Camargo.

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  6. Hobbes é o poder absoluto é de razão e frio, ou seja, sem religião e qualquer tipo de sentimento, negando a origem divina do poder.
    O que Hobbes admite é a existência do pacto social. Esta é a sua originalidade e novidade. Uma luta de todos contra todos pelo desejo do reconhecimento, pela busca da preservação da vida e da realização daquilo que o homem (juiz de suas ações) deseja. Deste ponto, a expressão de Hobbes: “O homem é o lobo do homem”

    Locke é a estrutura de governo centralizada que impedisse a desordem no interior da sociedade. Sua visão ia para o campo da Religião, diferente de Hobbes. Usa a parte da religiosidade para a existencia de um todo. O conhecimento deveria vir da experiencia, sendo a observação do mundo. A soberania seria da poupulação, representada por o Legislativo, respeitando as leis

    Murylo Peliçaro - numero 27

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  8. Thomas Hobbes: filosofo que legitimava o ABSOLUTISMO, dizia que o excesso de liberdade gerava conflitos entre as pessoas, então centralizando o poder, transferindo sua liberdade para uma só pessoa reduziria os conflitos. Para Hobbes o Homem em seu Estado de Natureza era mau, como ele mesmo dizia: "o Homem é ruim por natureza".

    John Locke: filosofo que legitimava o LIBERALISMO, dizia que era necessário haver uma rotatória no governo, já que se o poder fosse centralizado surgiria a tirania. Locke era um empirista: Homem em seu Estado de Natureza não é nem bom, nem mau, o meio é quem modifica o Homem, depende de suas experiencias para se tornar bom ou mau;dizia que havia uma harmonia na sociedade, porém depois com o aumento de população houve uma desigualdade de terras, e para isso, era necessário a criação do Estado (contrato social) para garantir a propriedade privada - se a pessoa trabalhou pra conseguir algo é justo isto ser dela)

    Aluna: Tainá de Oliveira. nº 33

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  9. Thomas Hobbes - Para ele o poder é absoluto,para ele como principio defendia o pacto social.Para ele criava-se um estado de natureza guerra de todos contra todos.O homem é o lobo do homem .. esse estado é centralizado e protecionista e de forma hereditária.

    John Locke - Liberal e empirista dizia que o homem não é bom e nem mal,a sua própria sociedade que o modifica.O aumento da população trouxe a falta de terras para cultivar, quando é criado o contrato social que divide os poderes de forma correta

    Aluno:Gabriel Gambini de Souza n ° 10

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  10. Para Hobbes, em estado de natureza, o homem não é bom, a humanidade no estado puro era como uma selva. Para ele, em uma sociedade poderia haver os “fortes” e os “fracos” e todos possuíam direitos a tudo. Em um determinado ponto, ocorreria “A GUERRA DE TODOS CONTRA TODOS” ou “O HOOMEM LOBO DO HOMEM” devido à escassez ou quando os direitos passam a não ser iguais para todos. Consequentemente, o homem tenta mudar, acabar com essas “guerras” e nessa busca para a melhoria é cria-se o CONTRATO SOCIAL, que é um caminho ao Estado e leva a manter a ordem social. De acordo com Hobbes, a sociedade precisa de uma autoridade, onde as pessoas abrem mão de certos direitos a fim de obter as vantagens da ordem social.


    Lock: O estado de natureza é quando o homem se encontra em liberdade, as pessoas agem em vontade própria, sem a interferência de outra. Para Locke, "Não é toda convenção que põe fim ao estado de natureza entre os homens, mas apenas aquela pela qual todos se obrigam juntos e mutuamente a formar uma comunidade única e constituir um único corpo político; quanto às outras promessas e convenções, os homens podem fazê-las entre eles sem sair do estado de natureza". O homem tem o direito de possuir suas próprias posses, ele parte do direito natural como direito à liberdade, à vida e aos bens necessários para a conservação de ambas, e esses bens são adquiridos pelo trabalho; tudo que o homem construísse com sua dedicação e seu esforço seria sua propriedade. Para ele, deveria criar um “poder”, onde toda liberdade do povo deveria ser depositada, esse poder seria representativo e seus poderes seriam divididos.

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  11. Thomas Hobbes defendia a ideia de um Estado Absolutista e a justificação dele para o poder absoluto é completamente livre da religião e de sentimentos. No estado natural ele defende que enquanto alguns homens forem mais fortes do que outros, nenhum se sobressai, além do medo de que outro homem lhe possa fazer mal. Se o homem possui um excesso de liberdade e há disputas pelo poder, poderia ocorrer uma “guerra de todos contra todos". No entanto, os homens também possuem um desejo de acabar com a guerra, e por isso formam sociedades entrando num contrato social. Para ele a sociedade necessita de uma autoridade maior. Os homens só podem viver em paz se concordarem em submeter-se a um poder absoluto e centralizado.

    Ja John Locke defendia a ideia de um Estado Liberalista. Dizia que todos os homens tinham direito à vida, à liberdade e à sua própria propriedade. Para garantir esses direitos, os homens haviam criado governos e se esses governos não respeitassem a vida, a liberdade e a propriedade, o povo tinha o direito de se revoltar contra eles. As pessoas podiam contestar um governo injusto e não eram obrigadas a aceitar suas decisões ( há uma clara diferença entre Hobbes e Locke nesse sentido, pois Hobbes dizia que a sociedade deveria ter um governante e se submeter a ele para que possam viver em paz, sem reclamar de seu governo mesmo que esteja sendo injusto. O sociólogo também defende a Democracia, o povo que deveria escolher seus representantes e exigir os seus direitos.

    Aluna: Giovanna MARIA Canonico Sottile.

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  12. Para Hobbes o Estado deveria ser a instituição fundamental para regular as relações humanas, pois ele acredita que o homem é ruim por natureza(Estado de Natureza), ou seja, faz qualquer coisa em pró de seus desejos,de poder. Assim o excesso de liberdade(Contrato social) acarretaria uma guerra de todos contra todos, dessa forma ele pensa que o poder deveria ser concentrado para uma terceira pessoa,no caso para o governo soberano para que se estabeleça uma ordem moral para a sociedade.Este Estado Absoluto seria indivisível e alienável(não tirar o poder do Rei para não gerar outras guerras).Mas com esse Estado veio o descontento de parte da população(burguesia) pela falta de liberdade,violência e desigualdade passando a aparecer novas formas de Estado.
    Mas Locke já vem a ter uma forma de governo diferente,legitima o Liberalismo (Revolução Gloriosa)e um de seus pontos fundamentais foi quando ele começa a questionar os poderes divinos dos reis.Dizia que o Contrato social(Estado) nasceu para garantir a propriedade privada pois acreditava que tudo que provinha do esforço,do trabalho do ser humano era de sua propriedade,de seu direito.Assim falava da divisão de poder (executivo,legislativo e judiciário), democracia e cria a representatividade onde tinha de ser rotativa para um governante não ficar muito tempo e virar tirania, o Estado ter pouca participação agindo principalmente no policiamento.Era impirista,ou seja, crê que é a experiência que forma o individuo como uma folha em branco, no qual a experiência vai mostrar se vai vir a ser bom ou ruim.Portanto dizia que o Estado de Natureza não era nem bom nem ruim, mas que o aumento populacional trouxe uma falta de terras, e o Estado surgiria para garantir a propriedade privada.
    Aluna: Carolina Yamashita de Mello. N 07.

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  13. Thomas Hobbes:Para ele,é impossivel para a sociedade ter liberdade,pois assim o homem nao respeita o pensamento do outro e assim por diante,o desentendimento entre os individuos nunca acabariam,mas com ausencia de liberdade e tendo poder absoluto seria possivel a existencia de uma sociedade,que nesta a populacao nao deveria opinar e sim obedecer ao soberano.
    John Locke:Ao contrario do anterior dizia que o estado nao devia ter o "poder absolutista",poder deveria ser para toda populaçao,e o homem como um ser livre tinha o direito a sua propria propriedade,que deveria deveria ser distribuida igualmente,de acordo com o trabalho que executou,e caso nao fosse igualitario tinha o direito de se revoltar.

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  14. Thomas Hobbes explicava o poder absoluto de maneira racional, Para ele o estado natureza é qualquer situação onde nao há um governo que nao estabeleça a ordem. E o fato do ser humano ser iguais no seu egoismo, faz com que a ação de um só seja limitada pelo esforço do outro. O homem é o lobo do homem, é um ditado pelo qual se refere para que ninguem saia se matando e tenham segurança, uma instituição de poder. Ja o direito natural, é o direito de cada um se manisfestar seus pensamentos para satisfazer seu poder em uma determinada sociedade. Já Para John Locke, entendia que o estado de natureza era dotado pela razão, que em uma determinada sociedade todos tinham o seu direito de se manisfestar. Cada individuo poderia exercer seu papel de juiz e aplicar pena para o que considerasse justa ao infrator. É o estado de natureza do liberalismo, onde cada um pudesse agir de vontade própria, sem a interferência de outras, cada uma se manifestava perante uma sociedade.

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  15. Hobbes e Locke afirmavam, basicamente, que tanto o Estado quanto a sociedade se organizaram a partir de pactos ou contratos firmados entre os indivíduos para regulamentar o convívio social, superar as tensões e conflitos e instaurar a ordem política.

    Hobbes: para ele os homens, em estado de natureza, são iguais quanto à força, inteligência e quanto às esperanças de atingir seus fins, podendo desejar todas as coisas. Os fins são, basicamente, a própria conservação e a sobrevivência, mas também podem ser apenas por prazer. Dominado por suas paixões, desconhecendo as intenções e desejos dos outros em relação a si próprio, o homem vive solitário, em guarda, pronto para se defender ou atacar; quando desejam a mesma coisa, ao mesmo tempo, os homens se tornam inimigos e lutam entre si em defesa de seus interesses pessoais. Nessas condições, a melhor garantia contra a insegurança é se antecipar para possíveis atitudes do outro, subjugando-o pela força e pela astúcia e ampliando, assim, o domínio sobre os outros, até conseguir a supremacia. O que se tem é um ambiente de tensão permanente, guerra de todos os homens contra todos os homens, uma atitude constante para a luta. Enquanto não houver garantias para a convivência o homem é o lobo do homem. Para evitar a destruição do homem, eles precisam se organizar em sociedade. Para isso, renunciaram a seu direito a todas as coisas, sua liberdade, aceitando submeter-se a uma autoridade política. Na raiz do processo de formação social e política, estão a discórdia, o medo da morte, a desconfiança, o desejo de paz e de uma vida confortável. O contrato social seria inalienável, indivisível, sucessão hereditária e de protecionismo forte.

    Locke:a reflexão política de Locke, apresenta-se como uma teoria que justifica a existência da propriedade privada como um direito natural, que não pode ser violado. E a principal finalidade de se constituir um Estado e de se organizar um governo é a preservação da propriedade, da qual, o cidadão somente poderá ser alienado mediante adequada indenização no valor de mercado da região e sob a constatação legal da necessidade pública. com o trabalho, o homem transforma a terra e dela se apropria, assim como de outros bens. Com o surgimento e ampliação das relações de troca e d advento do dinheiro, criam-se as condições de acumulação ilimitada de propriedade e de desigualdade entre os homens. A propriedade se transforma, dada a sua importância no pensamento liberal burguês, na garantia de afeição a coisa pública, pois o proprietário está interessado em sua boa gestão. " Todo homem que possui no Estado é interessado no bem do Estado". A situação de risco e insegurança gerada pela falta de leis que estabelecem o justo e o injusto e implantem as condições para resolver as controvérsias causadas pela violação da propriedade leva os homens a se unirem. A instauração do Estado a partir do contrato social se faz com base no consentimento, para que o corpo político instituído exerça a função de garantir a vida, a liberdade, e principalmente, o direito natural à propriedade. Para ele o Estado deve ser: representativo, democrático e dividir poderes (executivo, legislativo e judiciário)

    Aluna: Maria Fernanda Ricieri Ferraz. N:24

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  16. Thomas Hobbes era totalmente a favor do ABSOLUTISMO,que foi a primeira forma de Estado. Para ele o homem é ruim por natureza e o excesso de liberdade gera uma “guerra”. Então todos deveriam transferir sua liberdade para uma terceira pessoa, a qual teria poder absoluto (rei), sem que não ocorresse nenhuma divisão do Estado. O poder absoluto para ele é algo extremamente racional.
    John Locke legitimava o Estado Liberal, ou seja, o Estado que teria a divisão de poderes. Ele diz que o homem no estado de natureza não é bom nem mal. Como ocorreu o crescimento populacional, começou a faltar terras, então o Contrato Social seria a criação de um Estado que garantia a propriedade privada, através do contrato não poderia ter apenas uma pessoa no poder, deveria ser democrático, representativo e com divisão dos poderes.Locke é empirista e acredita que a experiência de vida é o que forma um indivíduo.

    Aluna: Andreza Maria Vieira nº36

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  17. Hobbes e Locke afirmavam que tanto o Estado e a sociedade se organizaram ou com pactos ou contratos firmados entre os indivíduos para regulamentar o convívio social, superar as tensões e conflitos e instaurar a ordem política.
    -John Locke- dizia que o estado nao devia ter o "poder absolutista",poder deveria ser para toda populaçao,e o homem como um ser livre tinha o direito a sua propria propriedade.
    -Para Hobbes, em estado de natureza, o homem não é bom, a humanidade no estado puro era como uma selva. Para ele, em uma sociedade poderia haver os “fortes” e os “fracos” e todos possuíam direitos a tudo


    Pedro Henrique FOx 28

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  18. Hobbes dizia que o contrato social foi formado pela vontade individual das pessoas de acabar com a guerra, o que nada mais passava de um pacto dos indivíduos. Havia então as leis da natureza, onde deveriam procurar e seguir a paz, nem que fosse preciso usar a violência para isso (violência pela paz). O dono de tudo era o Soberano. "o homem é o lobo do homem" - o homem é mal e ele precisa das leis.
    Melissa Ebara nº26

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  19. Locke era o pai do empirismo (conhecimento adquirido pela experiência), pai do liberalismo político e quem propôs a democracia. Dizia que a propriedade privada pertence a cada indivíduo, porém eles não poderiam fazer o que quisessem com ela. Não existe um bem de todos. Ocontrato social era a lei. O homem é livre, igua e independente. O contrato social para Locke era como uma forma de explicar a formação da política, um princípio ético-politico(aquilo que deu origem a uma sociedade civil)

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  20. Hobbes é empirista e racionalista; põe em prática o empirismo nas suas observações e conclusões sobre a natureza humana, mas faz uma análise das palavras e do raciocínio que é dedutiva, racionalista, principalmente em ciência política.
    O instinto de conservação é peça tão fundamental na filosofia de Hobbes, ao contrário do pensamento aristotélico que tem o homem como um animal social, os indivíduos entram em sociedade só quando a preservação da vida está ameaçada.

    Locke criticou a teoria do direito divino dos reis, formulada pelo Hobbes. Para Locke, a soberania não reside no Estado, mas sim na população. Embora admitisse a supremacia do Estado, Locke dizia que este deve respeitar as leis natural e civil.

    Locke também defendeu a separação da Igreja do Estado e a liberdade religiosa, recebendo por estas idéias forte oposição da Igreja Católica.

    Para Locke, o poder deveria ser dividido em três: Executivo, Legislativo e Judiciário. De acordo com sua visão, o Poder Legislativo, por representar o povo, era o mais importante.
    Embora defendesse que todos os homens fossem iguais, foi um defensor da escravidão. Não relacionava a escravidão à raça, mas sim aos vencidos na guerra. De acordo com Locke, os inimigos e capturados na guerra poderiam ser mortos, mas como suas vidas são mantidas, devem trocar a liberdade pela escravidão.

    RODRIGO PEDOTTI (VULGO PEDOTTAO) N32

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  21. John Locke legitima o Liberalismo. Para ele o contrato social deve unicamente assegurar o direito à propriedade privada. No estado de natureza para Locke o homem não é nem bom nem mal. O Estado é representativo e democrático e os poderes são divididos em executivo, legislativo e judiciário.

    Thomas Hobbes legitima o Absolutismo.O contrato social vem para a transferência da liberdade do homem pois para ele no Estado de Natureza o homem se revela mal, e por causa do excesso de liberdade e disputa pelo poder ocorreria uma guerra de todos contra todos. È nessa luta que ele vê então a necessidade do contrato social, pois assim o poder seria passado a alguém com competência para organizar a sociedade, o rei.

    Percebe-se então as notáveis e grandes diferenças entre as posições de Locke e Hobbes.

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  22. Thomas Hobbes: Na sociedade poderia haver os “fortes” e os “fracos” e todos possuíam direitos a tudo. Com isso aconteceria a guerra de todos contra todos por causa da escassez ou quando os direitos passam a não ser iguais para todos. Então o homem tenta mudar, acabar com essas “guerras” buscando a melhora criando o contrato social,que mantem a ordem social.

    John Locke: Era o pai do impirismo, homem em seu Estado de Natureza não é bom e nem mau, o meio é quem modifica o Homem, dependendo de suas escolhas para se tornar bom ou mau. Dizia também que na sociedade havia uma harmonia, porém depois ocorre o aumento da população, ocorrendo a desigualdade na divisão de terras e por isso foi necessário a criação do Estado para garantir a propriedade privada, porque se o homem trabalhou para ter aquilo, aquilo seria dele.


    Caio Felipe Pissinati Pessôa nº5

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  23. Hobbes – Absolutismo.
    Explica o Estado de Natureza como o direito de cada um usar o seu poder para se autopreservar e satisfazer os seus desejos. Devido a grande liberdade que existia, as pessoas começam a entrar em conflitos, gerando a guerra de todos contra todos. No entanto, os homens querem acabar com a guerra, e por isso formam sociedades entrando num contrato social. Defendendo a ideia de que os homens só podem viver em paz se submeterem a um poder centralizado.

    Locke – Liberalismo.
    Dizia que o Estado de Natureza é o estado onde as pessoas agem conforme os seus próprios interesses, sem dependerem da vontade dos outros, ou seja, o homem se encontrava em plena liberdade. O homem não é nem bom e nem mal, a experiência o forma. Para garantir seus direitos, o homem criou governos. Mas, se esses governos não respeitassem a liberdade, as pessoas não eram obrigadas a aceitar suas decisões. O contrato social foi a criação do estado, onde deveria haver igualdade para todos. O poder era dividido em executivo, legislativo e judiciário; passaria de um para o outro.

    Aluna: Heloísa Silva Melchior nº14

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  24. Thomas Hobbes criou a primeira forma de Estado moderno, o absolutismo, onde tentava explicar o poder absoluto dos soberanos. Para este pensador, “o homem é mau por natureza” (Estado de Natureza) e por isso ocorreria uma ordem caótica em que o desejo egoísta de cada um seria mais do que qualquer organização social. Para Hobbes, não é possível definir quando o homem abandonou seu estado de natureza, pois esse fato teria ocorrido há muitas épocas passadas. Então para ele, com este abandono o homem acaba por pensar apenas em seu próprio interesse, havendo sempre conflito entre todos; expõe a teoria do contrato social aonde é necessário que se passe o poder nas mãos de uma única pessoa, ou seja, o rei, que governaria em prol de uma ordem social e segurança. O poder deveria ser hereditário, protecionista, indivisível e inalienável; o Estado absolutista seria um mal necessário para que houvesse harmonia entre todos.
    Jonh Locke legitimou o Liberalismo, onde defendia que no Estado de Natureza o homem não é bom nem mau, mas sim suas experiências é que irá moldá-lo se será bom ou mau. Para ele o Estado deve ser criado também a partir de um contrato social em que é obrigação, e exclusivamente dever do governo assegurar a propriedade privada. Seu contrato social é bem diferente ao proposto de Hobbes, Locke acreditava que o Estado deveria ser representativo, ou seja, o povo escolheria seus representantes para governar, o mesmo necessário ser rotativo, democrático e para que haja um Estado eficiente é preciso uma divisão dos poderes em legislativo, judiciário e executivo para não ficar apenas a mercê de uma única pessoa. No Estado Liberal, o governo apenas assegura a propriedade privada, não intervindo na economia ou em qualquer outra área.

    Aluna: Vanessa Ribeiro

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  25. Hobbes tinha uma forma totalmente racional de pensar, seu pensamento não sofria qualquer influência religiosa ou sentimental. Para ele o homem era mau, por isso não demoraria muito para que todos entrassem em conflito para ficar no poder, já que o homem gozava de sua total liberdade. Hobbes defendia a ideia de um ser único no poder, o qual colocaria "ordem" na sociedade, que corresponde ao rei.

    John Locke tinha um pensamento diferenciado de Hobbes: para ele o homem não era mau e também não era bom. Defendia o pensamento de que o homem deve ser livre para escolher seus representantes democraticamente, e que, seus escolhidos devem ser trocados de tempo em tempo para que não haja um soberania. Locke dividiu o estado em executivo, legislativo e judiciário esses podendo intervir apenas em propriedades privadas, ocorrendo assim um contrato social.

    Guilherme Henrique Freitas Seugling nº13

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  26. Hobbes: o estado de natureza é qualquer situação onde não haja um governo para impor ordem. Para se ter equilibrio social é necessário um Estado, uma instituição de poder comum. O Estado de natureza é um estado de guerra onde sempre há disputa pelo poder. No Contrato Social Ele supõe que a humanidade, sofrendo com os males do chamado estado de natureza e verificando as desvantagens de estar naquelas condições, concluíram, através do uso da razão, que a convivência harmônica lhes era mais favorável em todos os sentidos.A razão levou os homens a concluir que viver em comunidade é mais favorável ao seu próprio desenvolvimento e à acumulação de bens.

    Locke: O Estado de natureza existia e ainda continua existindo. As pessoas eram submetidas à Lei da Natureza pois eram dotadas da razão, nesta Lei da natureza cada pessoa poderia fazer justiça ao infrator. O Direito Natural possibilitava as pessoas a ter direito sobre suas vidas, liberdade e bens. A propriedade privada eradefinida no momento em que o ser humano misturava seu trabalho com a natureza. O Contrato Social para ele tem a mesma estrutura que para Hobbes, porém conclusões bem diferentes. As características do Contrato Social era a confiança e o consentimento.

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  27. O Estado de natureza do homem para Locke é nem boa, nem ruim, evidenciando uma das primeiras diferenças entre estes dois pensadores, uma vez que Hobbes cria que o homem era mau por natureza.
    De certa forma, essas duas linhas de pensamento, distintas entre si, irão originar outros pensamentos, pelos seus próprios idealizadores, já que para Hobbes como o homem era mau, em um determinado espaço-tempo iria surgir uma guerra entre pessoas, que poderia levar ao extermínio de todo equilíbrio social (não existente), logo para ele, deveria criar uma forma de canalizar esses conflitos, de forma que, eles seriam controlados por uma força maior, e essa força seria o soberano (o rei), devido a isso, a sua ideia principal era sobre o absolutismo, que, deveria reger todo um contingente, controlando-o e pacificando-o, gerando desta forma a paz, que seguiria com a felicidade. Logo em seu ponto de vista, Hobbes de certa forma dizia que o homem era “escravo” desta regência, que segundo ele, era maior que o próprio indivíduo, e por este motivo, não eclodia em guerra, pois um grupo de pessoas estaria em comando de outro individuo (o Rei, tratado como Soberano).
    Diferente de Hobbes, Locke cria que o governo deveria somente garantir a propriedade privada aos indivíduos que a pertence. Logo percebemos que do seu ponto de vista, ele atribui ao Estado (que deveria ser regido, não somente por um Rei) uma clara e objetiva tarefa: defender o direito à propriedade privada. Para Locke, a propriedade privada nada mais era do que o produto resultante do esforço (trabalho) do individuo, modificador ou destruidor, dentro de uma sociedade. Temos a noção de que o seu Estado é muito mais liberal do que o de Hobbes, justamente, pois, segundo o último, o Estado seria o pacificador e controlador de todas as pessoas que constituía a sociedade, porém segundo o primeiro, o seu objetivo era somente a institucionalização legislada para o protecionismo da propriedade de cada individuo que compunha o corpo social.
    Até os dias atuais, vemos que essas duas linhas de pensamento são aplicadas em muitos governos (não de forma integral), pois devido ao estudo de ambos pensadores, concluiu-se que a sociedade sem uma legislação, sem um governo ou regras, é uma sociedade corrompida. Talvez, pensando desta maneira, dizemos que o homem realmente é mau por natureza, porém, se considerarmos que, mesmo que não possua regras, esse indivíduo desde o seu nascimento será influenciado pelos pensamentos vigentes de uma sociedade e cultura, exterior a ele, que imporá a este individuo costumes e pensamentos, que para o Locke, não foram formado por ele, mas sim pela sociedade. De qualquer forma, nenhum dos dois pensadores estavam errados, pois para as suas épocas, uma maneira, não simplista, de se resolver os problemas proeminentes da sociedade, foi desenvolver sistemas (governos), que integrassem ordem e paz, que resultaria em felicidade, propriedade privada, e todos outros artifícios que um individuo precisa possuir.
    Concluo que: a junção de ambos os pensamentos, com extinção de algumas de suas matrizes, seria uma forma de revolucionar o modelo atual de muitos governos, podendo desta forma, impor ao mesmo, uma forma mais justa e igualitária (coisa que desde os primórdios se tenta conquistar, mas nunca foi conquistada).

    Bruno Stelmastchuk Roque Número: 4 3ºMA

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  29. Para John Locke(Liberalista) o contrato social deve unicamente assegurar o direito à propriedade privada. Ele dizia que o estado de natureza era onde o homem se encontrava em sua plena liberdade. O homem para ele era "Fruto do Trabalho Divino" e, deste modo, tudo que ele conseguisse com seu próprio esforço, deveria ser dele.


    Thomas Hobbes dizia que o homem é ruim por natureza(Estado de Natuzera, uma selva). Legitimava o Absolutismo, não tinha religião e qualquer tipo de sentimento, negando a origem divina do poder. Dizia também que o poder é uma força para o direito positivo, "a razão em ato".

    Luiz Fellipe Druzilli Nº23

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  30. Thomas Hobbes era totalmente a favor do ABSOLUTISMO,que foi a primeira forma de Estado. Para ele o homem é ruim por natureza e o excesso de liberdade gera uma “guerra”. Então todos deveriam transferir sua liberdade para uma terceira pessoa, a qual teria poder absoluto (rei), sem que não ocorresse nenhuma divisão do Estado. O poder absoluto para ele é algo extremamente racional.
    John Locke legitimava o Estado Liberal, ou seja, o Estado que teria a divisão de poderes. Ele diz que o homem no estado de natureza não é bom nem mal. Como ocorreu o crescimento populacional, começou a faltar terras, então o Contrato Social seria a criação de um Estado que garantia a propriedade privada, através do contrato não poderia ter apenas uma pessoa no poder, deveria ser democrático, representativo e com divisão dos poderes.Locke é empirista e acredita que a experiência de vida é o que forma um indivíduo

    Arthur Amarante nº 03

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  31. existe alguma semelhanca entre eles?

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  32. existe alguma semelhanca entre ele?

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